{"id":225,"date":"2017-06-25T19:35:24","date_gmt":"2017-06-25T22:35:24","guid":{"rendered":"http:\/\/www.motricidades.org\/spqmh\/?page_id=225"},"modified":"2017-06-30T22:49:14","modified_gmt":"2017-07-01T01:49:14","slug":"edmund-husserl","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.motricidades.org\/spqmh\/biografias\/edmund-husserl\/","title":{"rendered":"Edmund Husserl"},"content":{"rendered":"<p align=\"center\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.motricidades.org\/spqmh\/wp-content\/uploads\/husserl.jpg\" \/><\/p>\n<p align=\"justify\">Fundador da Fenomenologia. Nasceu a 8 de abril de 1859 em Prossnitz, Moravia, no ent\u00e3o Imp\u00e9rio Austr\u00edaco, hoje Prostejov, na Rep\u00fablica Checa, faleceu em 27 de abril de 1938, em Freiburg im Breisgau, na Alemanha. De origem judaica, completou os primeiros estudos em um gin\u00e1sio p\u00fablico alem\u00e3o, na cidade pr\u00f3xima Olm\u00fctz, em 1876. Em seguida estudou f\u00edsica, matem\u00e1tica, astronomia e filosofia nas universidades de Leipzig, Berlim, e Vienna. Nesta \u00faltima passou sua tese de doutorado em filosofia em 1882, com o tema Beitr\u00e4ge zur Theorie der Variationsrechnung (&#8220;Contribui\u00e7\u00e3o para a Teoria do c\u00e1lculo de vari\u00e1veis&#8221;).<\/p>\n<p class=\"style4\" align=\"justify\">A influencia de HUSSERL opera em v\u00e1rias dire\u00e7\u00f5es. Em primeiro lugar, as penetrantes an\u00e1lises de suas Investiga\u00e7\u00f5es l\u00f3gicas representam s\u00e9rio golpe no positivismo e no nominalismo, que imperavam no s\u00e9culo XIX. Ao mesmo tempo, seu m\u00e9todo, que sublinha o conte\u00fado e a ess\u00eancia do objeto, contribuiu poderosamente para a elabora\u00e7\u00e3o de um pensamento antikantiano. Sob este aspecto, \u00e9 um dos grandes pioneiros da nova filosofia.<\/p>\n<p class=\"style4\" align=\"justify\">No outono de 1883, Husserl seguiu para Vienna para estudar com o fil\u00f3sofo e psic\u00f3logo Franz Brentano. Em Viena Husserl converteu-se \u00e0 f\u00e9 evang\u00e9lica luterana e, um ano depois, em 1887, casou com Malvine Steinschneider, a filha de um professor do ensino secund\u00e1rio de Prossnitz. Esposa energ\u00e9tica e competente, ela foi um indispens\u00e1vel apoio para Husserl at\u00e9 a morte dele.<\/p>\n<p class=\"style4\" align=\"justify\">Em 1886, Husserl, com uma recomenda\u00e7\u00e3o de Brentano, procurou Carl Stumpf, o mais velho dos estudantes de Brentano do qual se tornaria amigo \u00edntimo, e que era professor de filosofia e psicologia na universidade de Halle. Nesta universidade Husserl passou o concurso para professor conferencista em 1887.<\/p>\n<p class=\"style4\" align=\"justify\">O tema da tese de habilita\u00e7\u00e3o foi <em>\u00dcber den Begriff der Zahl: Psychologische Analysen <\/em>(&#8220;Sobre o conceito de n\u00famero: an\u00e1lise psicol\u00f3gica&#8221;), o que mostra sua transi\u00e7\u00e3o da pesquisa matem\u00e1tica para uma reflex\u00e3o sobre as bases psicol\u00f3gicas dos conceitos b\u00e1sicos da matem\u00e1tica. A tese foi uma vers\u00e3o desenvolvida depois no seu <em>Philosophie der Arithmetik: Psychologische und logische Untersuchungen <\/em>, cujo primeiro volume apareceu em 1891.<\/p>\n<p class=\"style4\" align=\"justify\">O t\u00edtulo de sua confer\u00eancia inaugural em Hale, onde ensinou de 1887 a1901, foi <em>\u00dcber die Ziele und Aufgaben der Metaphysik <\/em>(&#8220;Sobre os objetivos e problemas da metaf\u00edsica&#8221;). O objeto tradicional da metaf\u00edsica \u00e9 o estudo do Ser. O texto se perdeu, mas \u00e9 prov\u00e1vel que nele Husserl j\u00e1 apresentasse seu m\u00e9todo de an\u00e1lise da consci\u00eancia como o caminho para uma nova e universal filosofia e uma nova metaf\u00edsica.<\/p>\n<p class=\"style4\" align=\"justify\">Para ele a base filos\u00f3fica para a l\u00f3gica e a matem\u00e1tica precisa come\u00e7ar com uma an\u00e1lise da experi\u00eancia que est\u00e1 antes de todo pensamento formal, tais concep\u00e7\u00f5es s\u00e3o apresentadas em sua famosa obra <em>Logische Untersuchungen <\/em>(1900-01; &#8220;Investiga\u00e7\u00f5es l\u00f3gicas&#8221;), onde apresentou o m\u00e9todo de an\u00e1lise que chamou &#8220;phenomenologico&#8221;.<\/p>\n<p class=\"style4\" align=\"justify\">Ap\u00f3s a publica\u00e7\u00e3o do <em>Logische Untersuchungen <\/em>, Husserl foi convidado a lecionar na Universidade de G\u00f6ttingen, onde permaneceu de 1901 a 1916. Nos seus anos em G\u00f6ttingen, Husserl desenvolveu as linhas gerais da Fenomenologia.<\/p>\n<p class=\"style4\" align=\"justify\">Husserl apresenta, em 1913, <em>Ideen zu einer reinen Ph\u00e4nomenologie und ph\u00e4nomenologischen Philosophie <\/em>(Id\u00e9ias; Introdu\u00e7\u00e3o geral \u00e0 fenomenologia pura&#8221;), obra cuja segunda parte n\u00e3o pode completar devido a romper a Primeira Guerra Mundial.<\/p>\n<p class=\"style4\" align=\"justify\">Em 1916 foi convidado para atuar como catedr\u00e1tico na universidade de Freiburg. Sua aula inicial sobre <em>Die reine Ph\u00e4nomenologie, ihr Forschungsgebiet und ihre Methode <\/em>(&#8220;Fenomenologia pura, sua \u00e1rea de pesquisa e seu m\u00e9todo&#8221;) definia seu programa de trabalho.<\/p>\n<p class=\"style4\" align=\"justify\">Reconhecimento vindo de outros pa\u00edses n\u00e3o lhe faltaram. Em 1919 a Universidade de Bonn conferiu-lhe o t\u00edtulo de Doutor <em>honoris causa <\/em>. Foi convidado e realizou diversas palestras como na Universidade de Londres, na Universidade de Amsterd\u00e3 e na Sorbonne. Deixou de aceitar um convite da prestigiosa universidade de Berlim a fim de poder dedicar todas as suas energias \u00e0 Fenomenologia. Estas palestras foram aproveitadas em uma nova apresenta\u00e7\u00e3o da Fenomenologia, que ent\u00e3o apareceu com tradu\u00e7\u00e3o francesa sob o t\u00edtulo <em>M\u00e9ditations cart\u00e9siennes <\/em>(1931).<\/p>\n<p class=\"style4\" align=\"justify\">Quando se aposentou, em 1928, Martin Heidegger, que haveria de tornar-se um expoente do existencialismo e um dos mais importantes fil\u00f3sofos alem\u00e3es, foi seu sucessor. Husserl o havia considerado seu herdeiro leg\u00edtimo. Somente mais tarde viu que a principal obra de Heidegger, <em>Sein und Zei <\/em>t (&#8220;O ser e o tempo&#8221;), de 1927, havia dado \u00e0 Fenomenologia uma reviravolta que a levaria para um caminho totalmente diferente. Seu desapontamento fez que seu relacionamento com Heidegger esfriasse depois de 1930.<\/p>\n<p class=\"style4\" align=\"justify\">Com a chegada ao poder de Adolf Hitler na Alemanha, em 1933, Husserl foi exclu\u00eddo da universidade. Por\u00e9m, recebia a visita de fil\u00f3sofos e intelectuais estrangeiros regularmente. Condenado ao sil\u00eancio na Alemanha, ele recebe, na primavera de 1935, um convite para falar para a Sociedade Cultural em Viena, onde discursou por duas horas e meia sobre <em>Die Philosophie in der Krisis der europ\u00e4ischen Menschheit <\/em>(&#8220;A filosofia na crise da humanidade europ\u00e9ia&#8221;).<\/p>\n<p class=\"style4\" align=\"justify\">Desta confer\u00eancia e de outras que fez em Praga surgiu seu \u00faltimo trabalho <em>Die Krisis der europ\u00e4ischen Wissenschaften und die transzendentale Ph\u00e4nomenologie: Eine Einleitung in die ph\u00e4nomenologische Philosophie <\/em>(&#8220;A crise da ci\u00eancia europ\u00e9ia e a fenomenologia transcendental: uma abordagem da filosofia fenomenol\u00f3gica&#8221;), de 1936, da qual somente a primeira parte veio a p\u00fablico.<\/p>\n<p class=\"style4\" align=\"justify\">O m\u00e9todo fenomenol\u00f3gico de Husserl prop\u00f5e-se estabelecer uma base segura, liberta de pressuposi\u00e7\u00f5es, para todas as ci\u00eancias e, de modo especial, para a filosofia. A suprema fonte leg\u00edtima de todas as afirma\u00e7\u00f5es racionais \u00e9 a vis\u00e3o, ou tamb\u00e9m, como ele se exprime, a consci\u00eancia doadora origin\u00e1ria ( das origindr gebende Bewusstsein ). Devemos avan\u00e7ar para as pr\u00f3prias coisas. Esta \u00e9 a regra primeira e fundamental do m\u00e9todo fenomenol\u00f3gico. Por &#8220;coisas&#8221; entenda-se simplesmente o dado, aquilo que vemos ante nossa consci\u00eancia. Este dado chama-se fen\u00f4meno , no sentido de que phainetai , de que aparece diante da consci\u00eancia: haja o que houver, a coisa est\u00e1 a\u00ed, \u00e9 dada.<\/p>\n<p class=\"style4\" align=\"justify\">O m\u00e9todo fenomenol\u00f3gico n\u00e3o explica mediante leis nem deduz a partir de princ\u00edpios, mas considera imediatamente o que est\u00e1 perante a consci\u00eancia, aquilo que \u00e9 sabido, posto em d\u00favida, amado, odiado, etc.<\/p>\n<p class=\"style4\" align=\"justify\">Os positivistas cometem, segundo ele, erros grosseiros, dos quais importa que nos desembaracemos, se quisermos chegar \u00e0 realidade. Eles confundem o ver em geral com o ver meramente sens\u00edvel e experimental. N\u00e3o compreendem que cada objeto sens\u00edvel e individual possui uma ess\u00eancia , ou, como diz Husserl, um eidos que precisa ser captado diretamente.<\/p>\n<p class=\"style4\" align=\"justify\">A filosofia fenomenol\u00f3gica tem seu objeto constitu\u00eddo n\u00e3o por fatos contingentes, mas por conex\u00f5es essenciais. \u00c9 puramente descritiva, e seu m\u00e9todo consiste, antes de mais nada, em descrever a ess\u00eancia.<\/p>\n<p class=\"style4\" align=\"justify\">Husselr desenvolve a \u201credu\u00e7\u00e3o\u201d, ou um \u201ccolocar entre par\u00eantesis\u201d. Para alcan\u00e7ar seu objeto pr\u00f3prio, o eidos, a fenomenologia deve praticar n\u00e3o a d\u00favida cartesiana, mas a denominada epoch\u00e9 . Quer isto dizer que a fenomenologia &#8220;coloca entre par\u00eantesis&#8221; buscando libertar-se de preconceitos, dos saberes elaborados pelas doutrinas filos\u00f3ficas; das teorias das ci\u00eancias da natureza e do esp\u00edrito; das opini\u00f5es alheias. Para a fenomenologia n\u00e3o interessa sen\u00e3o a ess\u00eancia, colocando de lado todas as outras fontes de informa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p class=\"style4\" align=\"justify\">Ap\u00f3s esta elimina\u00e7\u00e3o preparat\u00f3ria, temos a <strong>redu\u00e7\u00e3o eid\u00e9tica <\/strong>ou <strong><em>transcendental <\/em><\/strong>. Esta consiste em por entre par\u00eantesis tudo o que n\u00e3o \u00e9 correlato da consci\u00eancia pura. Como resultado desta \u00faltima redu\u00e7\u00e3o, nada mais resta do objeto al\u00e9m do que \u00e9 dado ao sujeito. A redu\u00e7\u00e3o transcendental \u00e9 a aplica\u00e7\u00e3o do m\u00e9todo fenomenol\u00f3gico ao pr\u00f3prio sujeito e a seus atos.<\/p>\n<p class=\"style4\" align=\"justify\">Para bem compreender a teoria da redu\u00e7\u00e3o \u00e9 imprescind\u00edvel entender o fundamento da <strong><em>Intencionalidade <\/em><\/strong>, pois somente atrav\u00e9s deste se tem acesso \u00e0 consci\u00eancia, ou seja, entre as viv\u00eancias sobressaem algumas que possuem a propriedade essencial de ser viv\u00eancias de um objeto. Estas viv\u00eancias recebem o nome de <strong><em>&#8220;viv\u00eancias intencionais&#8221; <\/em><\/strong>( intentionale Erlebnisse ), e na medida em que s\u00e3o <em>consci\u00eancias <\/em>(amor, aprecia\u00e7\u00e3o, etc.) <em>de alguma coisa <\/em>, diz-se que tem uma &#8220;rela\u00e7\u00e3o intencional&#8221; com esta coisa. Aplicando agora a redu\u00e7\u00e3o fenomenol\u00f3gica a estas viv\u00eancias intencionais, chegamos, por um lado, a captar a consci\u00eancia como um puro centro de refer\u00eancia da intencionalidade, ao qual o objeto intencional \u00e9 dado, e, por outro lado, chegamos a um objeto que, depois da redu\u00e7\u00e3o, n\u00e3o tem outra exist\u00eancia sen\u00e3o a de ser dado intencionalmente a este sujeito. Na pr\u00f3pria viv\u00eancia, considera-se o ato puro, que parece ser, simplesmente, a refer\u00eancia intencional da consci\u00eancia pura ao objeto intencional. Deste modo a fenomenologia se converte na ci\u00eancia da ess\u00eancia das viv\u00eancias puras.<\/p>\n<div align=\"justify\"><span class=\"style4\">Enfermo a partir de 1937, acaba por falecer em abril de 1938 e suas cinzas foram enterradas no cemit\u00e9rio em G\u00fcnterstal, perto de Freiburg.<\/span><\/div>\n<p align=\"justify\"><span class=\"style4\"><strong>Informa\u00e7\u00f5es extra\u00eddas dos sites:<br \/>\n<\/strong>http:\/\/www.cobra.pages.nom.br\/fcp-husserl.html <br \/>\nhttp:\/\/www.odialetico.hpg.ig.com.br\/filosofia\/Edmund%20HUSSERL,%20por%20Bochenski.htm<br \/>\n<strong>Acesso em:<\/strong> 04\/05\/2005<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Fundador da Fenomenologia. Nasceu a 8 de abril de 1859 em Prossnitz, Moravia, no ent\u00e3o Imp\u00e9rio Austr\u00edaco, hoje Prostejov, na Rep\u00fablica Checa, faleceu em 27 de abril de 1938, em Freiburg im Breisgau, na Alemanha. 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